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Doze militares dos EUA ficam feridos em ataque do Irã contra base na Arábia Saudita, diz imprensa americana

Dois soldados ficaram feridos com gravidade; bases usadas pelos EUA são alvos preferenciais de Teerã, e drones estão conseguindo superar os sistemas de defesa

Doze militares dos EUA ficam feridos em ataque do Irã contra base na Arábia Saudita, diz imprensa americana
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Doze militares americanos ficaram feridos em um ataque iraniano contra uma base usada pelos EUA na Arábia Saudita, sendo que dois deles com gravidade. O incidente, reportado por veículos de imprensa dos EUA, ocorre em meio a negociações indiretas entre Teerã e Washington, e em um momento crítico do conflito iniciado há quase um mês.

O ataque ocorreu na base Príncipe Sultan, usada pelos EUA há décadas e central em operações como a Guerra do Iraque, em 2003. Desde o início da ofensiva no Irã, o local foi alvo de ações com mísseis, foguetes e drones. No começo do mês, um militar americano morreu após ser ferido durante um bombardeio. Segundo o New York Times, um avião de reabastecimento do modelo KC-135 foi danificado.

 

Um dos elementos centrais das retaliações iranianas no Golfo Pérsico são os ataques contra instalações usadas pelos americanos na região. Bases no Catar, Iraque, Bahrein e Kuwait — onde seis militares morreram — são atingidas com frequência, assim como posições na Arábia Saudita, um aliado de longa data de Washington, e que dá sinais de que poderá se juntar à ofensiva caso as ações do Irã causem estragos ainda maiores do que os atuais. Boa parte dos projéteis é derrubada por sistemas de defesa, mas as ações com drones, mais leves e menos sofisticados tecnologicamente, com frequência sobrepujam os radares e mísseis de interceptação.

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O Pentágono não se pronunciou sobre o ataque desta sexta-feira. Desde o dia 28 de fevereiro, 13 militares americanos morreram no Golfo Pérsico, e cerca de 300 ficaram feridos. Muitos sofreram danos cerebrais por causa dos impactos dos mísseis, e receberam tratamento em unidades de saúde locais e no hospital na base americana de Rammstein, na Alemanha.

 

Fonte/Créditos: O Globo

Créditos (Imagem de capa): O Globo

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