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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 47,7% das intenções de voto ante 47,6% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno das eleições de 2026, mostra pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (29). A situação é de empate técnico dentro da margem de erro, estimada em um ponto percentual para mais ou para menos.
Em relação à rodada anterior, divulgada em 22 de setembro, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) avançou 0,3 ponto, enquanto o petista perdeu 0,1. Votos em branco e nulo e grupo de quem não sabe responder saíram de 4,9% para 4,8%.
No quadro de votos válidos, em que se consideram apenas percentuais dos candidatos, a amostra aponta ambos com 50%.
Nas demais simulações de segundo turno, Lula vence quatro candidatos com vantagem acima da margem: 45,9% a 43,4% de Ronaldo Caiado (PSD), 47,4% a 41,2% de Romeu Zema (Novo), 46,2% a 36,1% de Augusto Cury (Avante) e 46,4% a 28,9% de Renan Santos (Missão).
Na única projeção de primeiro turno apresentada, o mandatário lidera com 45,3%, obtendo vantagem fora da margem sobre Flávio Bolsonaro, que chega a 42,2%. Ambos tiveram queda na comparação com 22/9: Lula decresceu 0,3 ponto e o presidenciável do PL, 1,2.
Santos aparece em terceiro, marcando 5,2%, à frente de Cury (2%), Caiado (1,8%), Zema (0,9%), Samara Martins (UP), com 0,4%, e Rui Costa Pimenta (PCO), com 0,1%. Outros nomes somam 0,5%, enquanto Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuam. Votos em branco e nulos atingem 0,9%, e 1,2% não sabe responder.
Nos votos válidos, Lula sobe para 46,2% e Flávio, a 43,1%. Em seguida, vêm Santos (5,3%), Cury (2,1%), Caiado (1,8%) e Zema (0,9%). Outros candidatos, somados, alcançam 0,5%.
Não houve testagem de primeiro turno sobre voto espontâneo, em que entrevistadores não informam nomes a eleitores.
O levantamento também mediu índices de popularidade do petista. Em relação ao desempenho do presidente Lula, 53,6% desaprovam e 45,2% aprovam. Quem não sabe responder representa 1,2%.
Na avaliação, 50,8% acham o governo ruim ou péssimo, enquanto 40,2% consideram ótimo ou bom. Outros 9% veem a gestão como regular.
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04391/2026, a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.005 eleitores entre os dias 23 e 28 de setembro. O nível de confiança da margem de erro é avaliado em 95%.

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