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Quarta-feira, 21 de Outubro 2026
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Futebol / Santos

SAF no Santos: diretoria tem reunião com investidores e avalia "sim" por exclusividade em venda

Marcelo Teixeira esteve com representantes do grupo Saint Dominique na semana passada e, desde então, tem oferta em mãos para avançar no tema e vincul

SAF no Santos: diretoria tem reunião com investidores e avalia
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O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, se reuniu com três membros do grupo norte-americano Saint Dominique na semana passada e, desde então, avalia uma proposta de venda da SAF do Peixe. O dirigente ainda não deu resposta aos investidores.

Trata-se de uma proposta não vinculante de R$ 1 bilhão de aporte e a responsabilização total pela dívida do clube, estimada em outro bilhão, com controle de 80% das ações. Na prática, caso Marcelo aceite a oferta, ele dará ao grupo exclusividade no processo e um período de 60 a 90 dias de diligência.

Não é necessário nenhum tipo de alteração estatutária para aceitar essa proposta não vinculante. Mesmo assim, aceitá-la será considerado um grande avanço no tema e, por isso, a presidência tem dado sinais de não ter pressa. O grupo, por outro lado, deseja avançar no tema o quanto antes.

A oferta é uma sinalização formal e documentada do interesse na compra. Para que ela se torne vinculante, é preciso uma diligência por parte dos investidores sobre a vida financeira do clube e de alteração estatutária por parte do Santos.

Alteração que liberaria o Santos a vender a parte majoritária das ações do futebol. Ela precisa ser votada no Conselho Deliberativo e também na Assembleia Geral de Sócios. Só então, de fato, a proposta poderia se tornar realidade. O processo é longo e lento.

Quem é o grupo Saint Dominique?

 

Trata-se de um fundo privado de investimentos com sede nos Estados Unidos e capital proveniente da fortuna da família Santo Domingo. Uma das fundadoras é Lauren Santo Domingo.

Discretos em suas aparições, a família é dona do Grupo Valorem, que controla a TV Caracol na Colômbia, detém ações na AB Imbev e 10% do Washingon Commanders, da NFL.

A família nega estar envolvida no processo. De fato, em caso de venda para o fundo privado, a ideia de administração é com profissionais de mercado. Não haveria figurões como John Textor no Botafogo ou Pedrinho no Cruzeiro.

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

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