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A Presidente da Comissão de Saúde da Alesp Deputada Bruna Furlan lidera ranking de austeridade

Bruna é a deputada estadual que menos gastou e mantém agenda intensa pelo estado

A Presidente da Comissão de Saúde da Alesp Deputada Bruna Furlan lidera ranking de austeridade
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Enquanto a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) retoma os trabalhos com um gasto mensal de mais de R$ 25 milhões em gabinetes, uma parlamentar se destaca pelo caminho oposto: Bruna Furlan (PSDB) é a deputada que menos gastou e mais economizou verba pública, mantendo uma agenda intensa e resultados concretos!

Austeridade como prática, não discurso
Em um cenário onde cada deputado gasta em média R$ 294 mil por mês com pessoal e custos administrativos, Brun Furlan adotou uma gestão enxuta e técnica desde o início do mandato. Seu gabinete opera com equipe reduzida, sem placa oficial no veículo fornecido pela Alesp e com combustível usado exclusivamente para deslocamentos de trabalho.
“Fui eleita e reeleita para presidir a Comissão da Saúde na Assembleia. Apresentei um plano de trabalho que foi executado do começo ao fim”, afirma a deputada, que nos últimos três anos promoveu audiências públicas nos 17 Departamentos Regionais de Saúde do estado, alcançando 645 municípios paulistas.

Resultados que falam mais alto
A economia de recursos não significou redução de produtividade. Pelo contrário:
Aproximação com a Academia: valorizou o papel das universidades em pesquisa, ensino e assistência na saúde
Distribuição equilibrada de emendas: contemplou municípios de todas as regiões do estado, com foco em demandas reais da saúde
Agenda intensa: dezenas de projetos de lei debatidos e deliberados na Comissão da Saúde.

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O contexto dos gastos
Enquanto Bruna Furlan pratica austeridade, os partidos com maior custo médio mensal por parlamentar são:
PSDB: R$ 328,5 mil (partido da deputada)
PT: R$ 319,2 mil
PP: R$ 318,6 mil
Na outra ponta, o Novo tem gasto médio de R$ 176,8 mil e a Rede Sustentabilidade de R$ 235,5 mil. A Alesp permite até 23 cargos por gabinete, com salários que podem superar R$ 33 mil após gratificações, além da verba de gabinete reajustada para R$ 48.025 em 2026.


Modelo de gestão pública
A postura de Bruna Furlan reflete exatamente o que as lideranças do Novo e da Rede defendem: “O uso responsável dos recursos públicos é um valor central do mandato”, afirmou a Rede. Já o Novo declarou que “a ideia de que ‘gastar menos significa trabalhar menos’ é uma inversão da lógica da boa gestão”.

A deputada demonstra que é possível conciliar rigor fiscal com alta produtividade legislativa, servindo de exemplo em um Parlamento frequentemente criticado por seus custos elevados.

Análise do impacto das emendas de Bruna Furlan na saúde
O impacto das emendas parlamentares da deputada Bruna Furlan na saúde revela uma estratégia baseada em três pilares fundamentais: regionalização, critério técnico e integração acadêmica. Diferente da distribuição puramente política, o mandato foca na eficiência do gasto público para atender às demandas reais do Sistema Único de Saúde (SUS) em São Paulo.

Abaixo, detalho os principais eixos de impacto identificados:

Regionalização e Capilaridade
O maior diferencial da gestão de Bruna Furlan é a presença nos 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS). Ao realizar audiências públicas em todas as regiões, a deputada garantiu que as emendas não ficassem restritas a redutos eleitorais, mas que chegassem aos 645 municípios do estado. Isso reduz as desigualdades regionais no acesso a tratamentos e equipamentos.


Critério Técnico X Político
A aplicação das emendas é precedida por um planejamento rigoroso. A deputada utiliza sua posição como presidente da Comissão de Saúde para identificar gargalos reais. Isso significa que o recurso é destinado para o que a população realmente precisa (como redução de filas de cirurgias ou novos equipamentos) e não apenas para obras de visibilidade política imediata.

Integração com a Academia
Um impacto menos visível, mas estrutural, é a valorização das universidades. Ao aproximar a Alesp das instituições de ensino e pesquisa, as emendas também fomentam a inovação e a melhoria na assistência hospitalar universitária, elevando o padrão de atendimento técnico oferecido à população.

Fonte/Créditos: Jornal Opinião (Júlio Leal)

Créditos (Imagem de capa): Google

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