A partir desta segunda-feira, os trabalhadores poderão usar parte do seu saldo do FGTS para quitar dívidas no âmbito do programa Desenrola Brasil. O GLOBO preparou um passo a passo com orientações sobre como dar o aval para uso dos recursos do Fundo.
Veja o passo a passo
- Para consultar o saldo disponível e autorizar o uso do valor, o trabalhador deve acessar o aplicativo FGTS. Para aqueles que já possuem o app, é necessário atualizar para a nova versão;
- Ao entrar no app, é necessário inserir o CPF e senha do usuário
- Já na tela inicial, aparece um aviso informando que os trabalhadores optantes pelo saque-aniversário que tiveram rescisão sem justa causa ou a extinção do contrato de trabalho entre 1° de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025, terão o pagamento do valor residual a partir desta segunda;
- Em seguida, é solicitada a autorização para o envio de notificações do aplicativo e para habilitar o 'menu virtual da Caixa'. É possível autorizar ou pular esta etapa;
- A seguir, é requisitado cadastrar uma conta bancária para receber os valores liberados; também é possível realizar o cadastramento em outro momento;
- Após essa passo, é preciso selecionar o programa Desenrola Brasil para dar continuidade á autorização.
- Logo, é mostrado o valor disponível para o uso na renegociação e é solicitada a autorização do trabalhador para compartilhar a quantia com o banco em que ele tem dívida
- Lembrando que o repasse dos valores do FGTS para pagamento das dívidas obedecerá à ordem cronológica do recebimento das informações enviadas pelas instituições à Caixa.
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Depois da autorização, os bancos terão um prazo de 30 dias para formalizar contrato com a Caixa Econômica Federal, que fará a transferência do valor diretamente à instituição financeira para o pagamento da dívida, que pode ser quitada na íntegra ou parcelada.
Desenrola 2.0
O novo Desenrola tem por objetivo refinanciar dívidas bancárias. Ou seja, pagamentos à vista podem ser negociados com os bancos, mas fora do programa. No caso do Desenrola 2.0, o novo débito gerado terá juro de 1,99% ao mês, com pagamento de até quatro anos. E os percentuais de desconto no valor total da dívida são fixos, segundo a modalidade do crédito e o prazo de atraso.
No entanto, só pode participar do programa quem tem renda até cinco salários-mínimos (R$ 8.105). Para aderir, é preciso procurar o banco no qual a dívida foi contraída.
A medida mira a renegociação de dívidas e a redução do comprometimento de renda das famílias com o pagamento das prestações aos bancos.
Fonte/Créditos: O Globo
Créditos (Imagem de capa): O Globo

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