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Trump retira EUA de fundo da ONU para democracia que financiou mais de US$ 2 milhões em projetos no Brasil

Brasil integra 34 das 66 organizações internacionais das quais Trump determinou a saída dos EUA na última quarta-feira (7). Casa Branca alegou que órgãos "operam contrariamente aos interesses nacionais dos EUA".

Trump retira EUA de fundo da ONU para democracia que financiou mais de US$ 2 milhões em projetos no Brasil
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O Brasil mantém algum tipo de participação em 34 das 66 organizações internacionais das quais Donald Trump determinou a saída dos Estados Unidos, na última quarta-feira (7). Entre os organismos estão um instituto que atuou como observador das eleições de 2022 e um fundo da ONU para democracia que financiou mais de US$ 2 milhões em projetos no Brasil.

O levantamento foi feito pelo g1 a partir da lista oficial divulgada pela Casa Branca e do mapeamento da relação dessas entidades com o país.

A decisão de Trump prevê a saída de 35 organizações fora do sistema das Nações Unidas e de 31 organismos ligados à ONU, sob o argumento de que atuariam de forma "contrária aos interesses dos EUA". No caso das entidades da ONU, a medida envolve o encerramento da participação ou do financiamento, nos limites permitidos pela legislação dos Estados Unidos.

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Entre as organizações das quais o Brasil participa, 19 não pertencem ao sistema da ONU, enquanto 15 integram a estrutura das Nações Unidas. Nessas entidades, o país aparece como país-membro, parceiro institucional atuando em fóruns, redes de cooperação e grupos de trabalho.

Em outras dez, o Brasil aparece como beneficiário direto de projetos e programas de cooperação técnica ou financiamento

Instituto que observou eleições de 2022 no Brasil é um dos alvos

 

Entre as organizações das quais os EUA anunciaram a saída está o Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA Internacional), do qual o Brasil é Estado-membro. O organismo intergovernamental atuou como observador internacional nas eleições de 2022.

Em comunicado divulgado após a votação, o instituto declarou que o sistema eletrônico de votação “funcionou plenamente” e que a Justiça Eleitoral brasileira atuou com imparcialidade e eficiência.

As manifestações do IDEA ocorreram após o PL, partido do então presidente Jair Bolsonaro, e aliados passarem a questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas sem apresentar provas e a incentivar a deslegitimação do resultado eleitoral após a derrota para Lula no 2º turno.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): G1

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