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Análise: Palmeiras piora com um a mais e volta de Belém com empate amargo na bagagem

Equipe não consegue aproveitar superioridade numérica, abusa dos "chuveirinhos" e vê vantagem na liderança do Brasileirão diminuir

Análise: Palmeiras piora com um a mais e volta de Belém com empate amargo na bagagem
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Um empate fora de casa nem sempre é um resultado ruim, especialmente em competição de pontos corridos como é o Campeonato Brasileiro. Porém, neste domingo, no 1 a 1 contra o Remo, em Belém, o Palmeiras ficou com um gosto amargo na boca. A sensação é de perda de dois pontos, não de um conquistado longe de São Paulo.

O jogo já começou com problemas, quando uma chuva torrencial na capital paraense atrasou o apito inicial em quase duas horas. Os jogadores tiveram que fazer dois aquecimentos, e a concentração se perdeu ao longo do tempo que foi perdido.

Isso ficou ainda mais claro quando, com um minuto de jogo, Murilo e Jefté bateram cabeça e não acompanharam o raciocínio de Yago Pikachu e Alef Manga. Com um minuto, o desafio se tornou duas vezes maior.

– Entramos da forma como não queríamos. Quando sofremos um gol, precisamos de uma energia extra para correr atrás. Sofremos um gol no primeiro minuto do jogo, gerenciamos o jogo a perder de 1 a 0 – disse João Martins, em entrevista coletiva.

A defesa alviverde, inclusive, não viveu uma das suas melhores tardes. É a décima partida, de 15 disputadas no Campeonato Brasileiro, que a equipe sofre gols.

Não foi culpa de Carlos Miguel, decisivo mais uma vez, mas do sistema como um todo. Até Gustavo Gómez, zagueiro de maior regularidade da competição, sofreu dribles que não costuma tomar e enfrentou dificuldades no jogo aéreo.

Entre os 15 minutos do primeiro tempo e o mesmo período do segundo, o Palmeiras soube controlar a partida. Tanto que conseguiu empatar com Sosa e teve outras oportunidades para ampliar, seja em finalizações de Flaco López ou em lances insinuantes de Allan, um dos mais perigosos do Verdão no jogo. Os problemas retornaram justamente quando Zé Ricardo foi expulso por falta em Andreas Pereira.

O Palmeiras não conseguiu aproveitar a vantagem numérica. Ao invés de trabalhar a bola no chão e buscar o homem que sobrava, preferiu apostar nos "chuveirinhos", facilitando o trabalho da defesa do Remo.

Quase que deu certo, já que Bruno Fuchs mandou a bola para rede nos acréscimos, mas o toque na mão de Flaco López impediu mais uma vitória em que o Verdão provava ser muito mais eficiente do que brilhante.

Após o apito final, tanto Anderson Barros, diretor de futebol, quanto o auxiliar João Martins reclamaram do gol anulado de Bruno Fuchs. Porém, quem quer ser campeão e tem um jogador a mais em boa parte do segundo tempo não pode se ater apenas a isso. Especialmente contra uma equipe que está na zona de rebaixamento e é a pior mandante do Brasileirão.

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

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