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Ver. Bruno Marino (PT), vota favorável em projeto que vai doar duas áreas para iniciativa privada

Detalhe que somente 20% da população do Bolsa Aluguel será atendida, porque será?

Ver. Bruno Marino (PT), vota favorável em projeto que vai doar duas áreas para iniciativa privada
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Na última sessão da Câmara Municipal de Carapicuíba que ocorreu na última terça-feira (4), o Executivo encaminhou para a o Legislativo dois projetos de leis aonde serão doadas duas (2) áreas para a iniciativa privada para a construção de moradia popular.

Problema é que somente 20% de quem recebe Bolsa Aluguel será beneficiado. Contrariando a história de seu partido o Vereador, Bruno Marino, que faz parte da Comissão de Habitação, votou favorável e com isso passou em 1° votação esse projeto que vai atender somente 20% da população.

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Conversando com alguns vereadores já existe uma manifestação para reformular o projeto aumentar principalmente o número de atendidos do Bolsa Aluguel.

A próxima sessão que vai acontecer na próxima terça-feira (11) promete grandes emoções.

Vale lembra que na gestão do ex prefeito Sérgio Ribeiro foram criadas 1556 unidades habitacionais para a população de baixa renda ou seja para as famílias ganham até 1 salário mínimo e para aqueles que ganham de 1 até 3 salários mínimos foram criadas mais 3.500 unidades no total de 5 mil Unidades pelo Programa Minha Casa Minha Vida  Faixa 1na Vila Helena e através do PAC Programa de Aceleração do Crescimento na Vila Menck e as demais unidades pela Faixa 2 do Programa Minha Casa Minha Vida sendo a primeira gestão na história de Carapicuiba-SP que construiu habitação popular.

*Governo Bolsonaro acaba com a faixa 1 do Minha Casa Minha Vida*
A luta pela Moradia está na história e na corrente sanguínea do PT 
De acordo com a coordenadora da União de Movimentos de Moradia (UMM), Evaniza Rodrigues, famílias de baixa renda “estão sem nenhuma política habitacional”
  
Governo Bolsonaro acaba com a faixa 1 do Minha Casa Minha Vida
De acordo com a coordenadora da União de Movimentos de Moradia (UMM), Evaniza Rodrigues, famílias de baixa renda “estão sem nenhuma política habitacional”
Publicado em 04/11/2019 11h31
Fernando Frazão/Agência Brasi

Bolsonaro extingue o programa Minha Casa, Minha Vida

Em reunião com movimentos nacionais que lutam por moradia no campo e nas cidades na última quinta-feira (31), o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou que não haverá mais contratações para a faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida. As obras já contratadas serão terminadas, ainda assim, em ritmo lento. Ainda sem prazo, o governo Bolsonaro deve anunciar um programa de habitação baseado na distribuição de cupons voltado apenas para pequenos municípios.

Com essa decisão, segundo a coordenadora da região leste da União de Movimentos de Moradia (UMM), Evaniza Rodrigues, 100% das famílias de baixa renda das cidades médias e das regiões metropolitanas e capitais – que concentram a maior parte do déficit habitacional – “estão sem nenhuma política habitacional”. À jornalista Marilu Cabañas, para o Jornal Brasil Atual, nesta segunda-feira (4), ela conta que os movimentos esperavam que nesta reunião fossem apresentado pelo menos os esboços da política habitacional do governo atual, quando receberam a notícia de que não haveria mais contratações.

Os cortes afetam também o programa Minha Casa Minha Vida Entidades, que funciona no modelo de autogestão. “Nenhum Minha Casa Minha Vida para a faixa 1 existe mais. Nem para as entidades urbanas, nem para as rurais. E nem para as construtoras e prefeituras. A faixa 1 está totalmente desatendida. Quem ganha até R$ 1.800 não tem nenhum programa de habitação do governo federal a partir de agora”, ressaltou Evaniza.

Desmonte da Caixa
 

Referência em políticas habitacionais, a Caixa Econômica Federal também está sofrendo um processo de esvaziamento, que prepara caminho para uma futura privatização. Segundo Evaniza, representantes do governo alegam que é preciso “flexibilizar os agentes financeiros”. “O que estão querendo dizer é que vão pegar dinheiro público e passar para bancos privados operarem, em condições muito mais restritivas”, disse a coordenadora da UMM.

Ela lembrou de declaração do ministro do Desenvolvimento Regional, em reunião anterior, dizendo que a concepção da atual gestão é de destinar moradia a quem pode pagar. “É a visão de que o Estado tem que se retirar das políticas sociais e o mercado vai regular. A gente sabe que o que acontece com isso é a exclusão dos mais pobres, a miséria, a desgraça das famílias que não têm acesso ao mercado, enquanto o mercado vai cada vez mais se apropriando daquilo que é de todos.”

 

Fonte/Créditos: Resenhas News

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