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Por que Amado Batista e a BYD entraram na 'lista suja' do trabalho escravo — e o que acontece agora

Cadastro do governo inclui casos após decisão definitiva; entenda as irregularidades apontadas, como funciona a fiscalização e quais as consequências para os empregadores.

Por que Amado Batista e a BYD entraram na 'lista suja' do trabalho escravo — e o que acontece agora
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A nova atualização da chamada "lista suja" do trabalho escravo, divulgada pelo Governo Federal nessa segunda-feira (6),

chamou atenção não apenas pela quantidade de novos nomes incluídos, mas também por quem passou a constar no cadastro: uma das maiores montadoras de carros elétricos do mundo, a BYD, e um dos cantores mais populares da música sertaneja, Amado Batista.

 

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  • 📌 A "lista suja" é um cadastro mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) desde 2004. O documento é divulgado duas vezes por ano, sempre em abril e outubro, com o objetivo de dar transparência às ações de fiscalização contra o trabalho análogo à escravidão no Brasil.

 

A inclusão no cadastro não é automática nem resulta apenas de uma fiscalização ou denúncia. Os nomes só passam a constar na lista após o encerramento de todas as etapas administrativas, com julgamento definitivo e sem possibilidade de recurso.

Em regra, cada nome permanece no cadastro por dois anos. Após esse período, o empregador é retirado da lista, desde que não haja reincidência. Na atualização divulgada nesta segunda‑feira, por exemplo, 225 nomes foram excluídos por terem cumprido esse prazo.

Nesta rodada, o governo incluiu 169 novos empregadores, o que elevou o total do cadastro para cerca de 613 nomes. Ao todo, os novos casos resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): G1

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