Jornal Resenhas News - Sua fonte de notícias na cidade de Carapicuíba

MENU

Santos

Após o apito final, tanto Anderson Barros, diretor de futebol, quanto o auxiliar João Martins reclamaram do gol anulado

Treinador tira camisa 9 e opta por Barreal, que sai como principal destaque da vitória sobre o Bragantino

Após o apito final, tanto Anderson Barros, diretor de futebol, quanto o auxiliar João Martins reclamaram do gol anulado
A-
A+
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

A escolha de Cuca de tirar Gabigol do time titular no domingo serviu para o Santos se apresentar de maneira equilibrada e ter uma das atuações mais consistentes da temporada, justamente no momento de maior pressão no cargo até aqui.

Cuca carregava um jejum de sete jogos sem vitórias e não hesitou em colocar o camisa 9 no banco para dar mais liberdade a Neymar. Deu certo: o camisa 10 foi decisivo, balançou as redes e saiu aplaudido como um dos principais personagens da vitória por 2 a 0 sobre o Red Bull Bragantino, pelo Brasileirão.

Se Neymar decidiu, mesmo em uma noite de erros e menor protagonismo com a bola, o substituto de Gabigol terminou a partida com respostas positivas e uma “dor de cabeça” para Cuca às vésperas de uma decisão de Copa do Brasil pela frente.

Barreal, escalado como meio-campista aberto pela esquerda, deu equilíbrio para o time. O trabalho defensivo na ajuda a Escobar se aliou à participação no ataque, que resultou na assistência para Adonis Frías fechar a vitória.

Mais do que o passe para o gol, o argentino procurou o jogo, aumentou a intensidade do time e fez o Santos sofrer pouco diante de um descansado Bragantino.

Isso ajudou até Neymar, que, com menos preocupação defensiva, pôde se concentrar em atuar mais próximo do gol. Foi como um "centroavante" que o craque aproveitou passe de Gabriel Bontempo e corta-luz de Rollheiser para abrir o placar.

Gabigol, reserva neste domingo, entrou somente na reta final para substituir Neymar, aplaudido pelo torcedor e com mais um gol marcado.

A resposta dada em campo pode fazer Cuca optar apenas pelo 10, sem o 9 como opção de início nos jogos importantes.

 

– A opção por ele não jogar foi técnica para ter outras maneiras de jogar e o time foi bem. Temos que pensar jogo a jogo – disse o treinador, em entrevista coletiva.

 

A consistência elogiada em um Santos sem Gabigol será colocada à prova em dois dias. Na quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), o Peixe encara o Coritiba, no Couto Pereira, por uma vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil.

A equipe de Cuca precisa da vitória para avançar de fase, já que ficou no empate sem gols no confronto de ida, em casa.

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

Comentários: