Depois de encerrar o ano passado com 12 contratações e elenco reformulado, o Palmeiras trouxe apenas dois reforços neste início de temporada, e a mudança de estratégia do clube ajuda a explicar: por que o Verdão contratou menos e os planos para as duas carências restantes no elenco de 2026.
Ainda estão nos planos do Alviverde as chegadas de um zagueiro e um volante. Mas, internamente, é considerado improvável que isso aconteça agora.
Se por anos investiu no perfil de atletas jovens, para serem maturados no clube e com potencial de revenda, em 2026 o Palmeirastrabalhou com movimentações pontuais, em busca de experiência e alvos específicos no mercado.
A avaliação é de que, depois de mudanças profundas no elenco em 2025, para 2026 eram necessários ajustes com as saídas dos que já não se encaixaram e reforços apenas que representem um acréscimo de qualidade até para a equipe titular.
Foi assim com o primeiro anunciado, no caso de Marlon Freitas, vindo do Botafogo, aos 30 anos, e logo em seguida nas investidas por três nomes tidos como prioridades do clube: o meia-atacante Jhon Arias, o volante Danilo e o zagueiro Nino.
No ataque, Arias, desejo antigo da diretoria, acertou com o Palmeiras em fevereiro, com o clube aproveitando a má fase do Wolverhampton, lanterna na Inglaterra, para viabilizar a investida, em que teve concorrência do Fluminense.
O Alviverde chegou a abrir conversas por Thiago Almada, do Atlético de Madrid, neste mesmo período por uma oportunidade de mercado, com a imprensa espanhola sinalizando a possibilidade de saída do meia-atacante, mas o ex-Botafogo não demonstrou interesse em voltar ao Brasil.
Fonte/Créditos: Globo Esporte
Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte
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