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Auxiliar diz que Palmeiras poderia ter jogado melhor, mas valoriza vitória e despista sobre reforços

Com João Martins no banco, Alviverde venceu o Bragantino, sustentando vantagem na liderança do Brasileiro, mas caiu de rendimento e pouco apareceu com

Auxiliar diz que Palmeiras poderia ter jogado melhor, mas valoriza vitória e despista sobre reforços
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O Palmeiras venceu o Bragantino por 1 a 0, neste domingo, caindo de rendimento no segundo tempo, mas sustentando o resultado para segurar a vantagem com 32 pontos na liderança do Brasileiro. Na beira do campo diante da suspensão ainda vigente de Abel Ferreira, o auxiliar João Martins valorizou o resultado acima do nível da atuação do Alviverde nesta 13ª rodada.

– Se eu pudesse escolher entre nota artística e resultado, resultado é sempre melhor. As equipes vivem de resultado. Hoje poderíamos ter estado um pouquinho melhor na nota artística, principalmente com bola, mas quando não estamos tão inspirados não pode faltar empenho, intensidade e saber o que fazer sem bola. Saber defender também é um dom e defendemos muito bem. E faz parte do jogo – disse o auxiliar.

– Falta-nos saber se foi mérito do adversário ou demérito nosso, passamos mais tempo a defender e o adversário teve duas oportunidades. E nosso goleiro foi bem nas duas ações. E o jogo se resume a isso, mais três pontos para o Palmeiras.

O Palmeiras fez seis finalizações na partida, sendo três no alvo, contra 18 do Bragantino, que pecou na eficiência e acertou apenas três das suas chances na direção do gol, vendo elas serem defendidas pelo goleiro Carlos Miguel. Não à toa, nomes como Allan e Arias pouco conseguiram criar dessa vez.

– Falta-nos entender de onde veio o mérito do adversário e o demérito nosso. O Bragantino é um dos jogos mais difíceis desde que chegamos. Preparamos os jogadores para isso. Poderíamos ter estado um pouco melhor com bola e eles (Arias e Allan) apareceriam mais – disse João Martins.

– Fizeram trabalho fantástico sem bola. As equipes para serem campeões precisam deste tipo de atletas com este comprometimento, como tiveram Allan e Arias. Mérito ao adversário, intenso, agressivo, com um dia a mais de descanso que nós, e felizmente conseguimos travá-los. Defendemos bem e os três pontos estão muito bem entregues – completou.

E os reforços?

 

A um mês da janela de transferências, e com a lesão de Vitor Roque, que passará por cirurgia e só deve voltar após a Copa do Mundo, o auxiliar ainda foi perguntado sobre a possibilidade de reforços para o ataque, além da dupla de zagueiros com a qual o Alviverde conversa: Barboza, do Botafogo, e Nino, do Zenit.

– (Sobre Barboza e Nino) Não temos informações de nada, trabalhamos com os nossos. Se vier, será bem-vindo e que seja para acrescentar e ajude a equipe.

– O momento não é para pensar nisso, faltam 10, 11 jogos para a parada (da Copa). Pensar jogo a jogo, um esforço extra de todos nós até a paragem. Só vamos contar com os que temos. E contamos bem – disse o auxiliar

– Estamos contentes com os jogadores que temos e exigir o máximo, todos serão precisos. Com jogos de dois em dois dias, todos vão ser úteis e teremos baixas, seja por cartões ou castigos. Há dois dias o professor teve uma conversa boa com os jogadores: preparem-se para cinco minutos, para não jogar e ser titular a seguir. Deu exemplo do Emiliano, que foi muito bem quando preciso. Preparar todos para o que vem.

Fonte/Créditos: Globo Esporte

Créditos (Imagem de capa): Globo Esporte

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